O melhor filme da competição do 75º Festival de Berlim foi "O Último Azul", de Gabriel Mascaro. Ademais, outras 12 obras do cinema brasileiro brilharam nas diversas mostras da Berlinale.
A ótima participação do cinema brasileiro no 75º Festival de Berlim rendeu reconhecimento dos júris aos filmes "O Úlltimo Azul", de Gabriel Mascaro, e "Hora do Recreio", de Lucia Murat.
"O Último Azul“, filme dirigido por Gabriel Mascaro, foi exibido na competição da Berlinale 2025, com atuação de Denise Weinberg merecedora do Urso de Prata.
A Berlinale, até mesmo pela sua fundação nos anos 1950, é o festival mais político do mundo. Ironicamente, na noite de abertura da edição 2025, a política ficou de fora.
Contrariando todas as possibilidades e prognósticos, a Berlinale 2024 entregou todos os quesitos que um festival de cinema de alto cunho político poderia fazer, ajudada claro pela complexidade no formato mil-folhas regente no cenário geopolítico.
Com bons filmes na Berlinale 2024, as várias crises no mundo se espelharam muito durante o festival mais político de todos. Leia o artigo de Fátima Lacerda com o balanço do evento.
A diretora Juliana Rojas ganhou o prêmio de melhor direção por seu mais novo longa-metragem, "Cidade;. Campo", na mostra Encounters, seção paralela da Berlinale 2024 criada para fomentar trabalhos ousados de cineastas independentes e inovadores.
Com poucos, mas importantes filmes brasileiros, a Berlinale tem, em 2024, uma das edições mais conturbadas de sua história septuagenária. É uma mistura de intermezzo, turbulências, crise de identidade.
O cinema brasileiro mais uma vez marca presença no Festival de Berlim, que em 2024 acontece de 15 a 25 de fevereiro, na capital alemã. "Cidade; Campo", mais recente longa-metragem de Juliana Rojas ("As Boas Maneiras"), é um dos destaques da 74ª edição do evento.
Mesmo antes do terremoto cultural que a ministra Claudia Roth causou na Alemanha, o Festival de Berlim já estava na mesa de operação do CTI, sendo obrigado a se submeter à cirurgia bariátrica cultural, estrangulado pelas leis do mercado; simplesmente tudo o que a Berlinale não fazia até então. Saiba mais sobre a crise no Festival de Berlim no artigo de Fátima Lacerda.